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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Plantação/Germinação




Para fazer atividades de germinação ou plantação de sementes, poderão reutilizar pacotes de sumo ou garrafões de água vazios. Para completar a atividade, identifiquem cada pacote/garrafão e deixem ser a criança a copiar/escrever os dados como nome da semente,data em que foi semeada, etc. Após essa primeira fase, utilizem uma folha de registo onde a criança poderá desenhar aquilo que vai observando.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Creche - Controlo dos esfíncteres

O controlo dos esfíncteres não é um reflexo fisiológico simples, mas sim um comportamento da criança no seu todo, que depende de um processo de amadurecimento.

Quando se deve começar a habituar a criança ao bacio?
A resposta não pode ser generalizada. O treino só deve ser iniciado quando a criança começa a ser capaz de ter micções abundantes e espaçadas, aparecendo com as fraldas secas durante algumas horas, a intervalos relativamente regulares, e quando começa a perceber que tem vontade de eliminar fezes ou urina manifesta-se com atitudes posturais e faciais características.
A criança não deve ser obrigada a permanecer sentada no bacio, sem entender porquê ou para quê, tendo a sensação que não corresponde às expectativas dos adultos. O treino não deve ser dramatizado, mas integrado na aprendizagem diária da criança, com tanta importância como aprender a vestir-se ou comer sozinha.
O treino deverá ser feito sempre às mesmas horas e apenas durante 5 ou 10 minutos. A criança pode ter um brinquedo ou um livro durante este tempo e não deverá nunca estar sozinha, mas sim acompanhada por outras crianças.
É importante motivar a criança festejando sempre que consegue eliminar urina ou fezes no bacio, não sendo permitida a punição / humilhação quando tal não acontece.
A criança deverá ver o que eliminou e posteriormente deitar na sanita.
Sempre que acontece um acidente a roupa deve ser mudada imediatamente, sem fazer má cara. Trata-se de um processo perfeitamente normal.
À medida que o tempo passa o hábito acaba por instalar-se sem dificuldades, embora seja de esperar que em dias de maior excitabilidade a criança não consiga reter a urina. Há que demonstrar compreensão, evitando exercer pressões excessivas sobre a criança que apenas contribuirão para piorar a situação.
A maioria das crianças consegue controlar a eliminação diurna de fezes e urina entre os 18 e os 36 meses. O controlo da eliminação nocturna é mais tardia, dependendo da maturação das funções orgânicas durante os ciclos de sono e do seu equilíbrio emocional e afectivo.

Na prática:

  • Leve o seu filho para a Creche com roupas práticas, para que ele próprio comece a ser capaz de se despir sozinho.
  • Leve o seu filho com as cuecas vestidas por cima da fralda.
  • Se o seu filho se molhar tem que ter outra muda de roupa completa: Camisola, body, calças, cuecas, meias (e sapatos).
  • Para que o retirar das fraldas decorra o melhor possível, a instituição e os pais devem estar em sintonia. O diálogo com a equipa é essencial neste processo.
  • Trata-se de um processo gradual, logo, será iniciado com um pequeno grupo de crianças. Conforme estas vão sendo capazes de controlar os esfíncteres, outras crianças serão introduzidas.

domingo, 20 de março de 2011

Neste momento estou a ler...

(clique na imagem para mais informações)
Comprei este livro e acho que está a ser bastante interessante.
Apesar de ser mais direccionado para pais, penso que este livro nos ajuda a lidar melhor com aqueles miúdos que por vezes nos fazem perder a paciência. às vezes dá vontade de dar uma palmadinha pedagógica mas...não é necessário. É mesmo possível educar sem bater. Para quem tem dificuldades em lidar com os filhotes, os netos ou até mesmo com meninos na Creche/Jardim de Infância, recomendo a leitura deste livro. Mostra-nos casos reais e algumas técnicas que podem ser utilizadas em alternativa ao castigo e punição.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O Inverno - Poesia

O Inverno bateu à porta

Trouxe com ele chuva e frio

As nuvens também vieram

A água subiu no rio.

Os meninos brincam em casa

Já vestem roupas de lã

Calçam galochas e luvas

Quando saem de manhã.

A mãe arranja o casaco

O gorro e a camisola

Mesmo com o tempo frio

Também é giro ir à escola.

Autor

Ana Cristina Correia "O livro das 4 estações"

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Lengalenga da Chuva

Mais uma lengalenga que os miúdos adoram dizer e que se adequa ao tempo que se faz sentir: chuva e trovoadas.
Desfrutem!
A chover,
a trovejar
e as bruxas a dançar!
A chover
a fazer sol
e as bruxas
a comer pão-mole!


:)

Beijinhos!!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Canção dos Bons Dias

Olá!

Já não passo aqui há algum tempo, mas tenho andado bastante ocupada!
Hoje venho deixar-vos a canção dos Bons Dias que cantamos na Creche todos os dias de manhã. Vejam lá se conhecem:
"Ao chegarmos à nossa escola,
Cantamos com alegria
Bom dia, bom dia, bom dia"
Bom dia ao (nome da criança)
Criança responde: Bom dia.
Quando todas as crianças disserem bom dia:
"Bom dia aos meninos todos
A todos um bom dia!

Bom dia!!!"

Esta aprendi através da A., que ensinou aos meninos e os meninos ensinaram-me a mim! :p

Beijinhos!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Dia da Mãe, do Pai e dos Avós

Pois é, está a chegar o dia da Mãe e para comemorar esse dia, os meninos costumam fazer sempre um presente para a Mãe.
Já não devo ir muito a tempo para este ano, mas deixo um poema sobre o dia da Mãe, que serve também para o dia do Pai e o dia dos Avós.
Este poema é de uma música que encontrei algures na Internet. Quem quiser saber qual o ritmo, poderei enviar o ficheiro com as notas musicais.




1. Forte é o teu abraço,
meigo é o teu sorriso,
ter-te ao meu lado, ó pai,
é tudo o que eu preciso.

2. Forte é o teu abraço,
meigo é o teu sorriso.
Ter-te ao meu lado, ó mãe,
é tudo o que eu preciso.

3. Forte é o teu abraço,
meigo é o teu sorriso.
Ter-te ao meu lado, avô,
é tudo o que eu preciso.

4. Forte é o teu abraço,
meigo é o teu sorriso.
Ter-te ao meu lado, avó,
é tudo o que eu preciso.


Autor: António José Ferreira, Meloteca 2008

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Bolo de chocolate no microondas


Esta receita fiz com os meus meninos da Ludoteca e posso dizer que adoraram fazer o bolo. Claro que não há nada como um bolo feito no forno, mas na falta de um, o microondas é uma boa alternativa. Este bolo fica pequenino, pelo que se quisermos um bolo maior deveremos dobrar a receita.


Bolo de Chocolate no Microondas


Ingredientes:


125g de margarina derretida

3 ovos

125g de açúcar

150g de chocolate em pó

125g de farinha

1 colher (chá) de fermento


Preparação:


Colocar a farinha e o fermento numa tigela. De seguida misturar os ovos inteiros e mexer muito bem. Colocar o chocolate e o açúcar.

Misturar tudo muito bem e juntar a margarina derretida.

Depois de bater tudo muito bem colocar o creme numa forma de silicone (ou tupperware próprio para microondas) e levar ao microondas. Deixar a cozer durante cerca de 3 minutos em potência máxima para que o bolo fique tipo mousse.

Para ficar um bolo com recheio, deixar no microondas durante cerca de 4 minutos.

Para ficar um bolo fofo mas sem recheio, bastam 5 minutos no microondas. No entanto, deve-se verificar a sua cozedura até ficar conforme a preferência.


Deliciem-se! E divirtam-se!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Receitas para a Creche e o Jardim de Infância

Andava eu nas minhas pesquisas quando encontrei o ficheiro seguinte. É uma delícia! Ainda não experimentei nenhuma das receitas mas experimentem com os vossos meninos! Depois dêem a vossa opinião! Eu adorava experimentá-las com meninos e meninas mas infelizmente não tenho colocação. Deliciem-se!

Receitas Para o Jardim i.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Pedagogia de projecto

O que é e para que serve?


Todos nós trabalhamos com projectos em todos os momentos da nossa vida.

Na escola ou no jardim de infância, o projecto é uma forma de ajudar a criança a aprender de maneira prática, tornando a aprendizagem atraente e eficaz.
A realização de um projecto exige processos mentais, tarefas físicas e propostas de problemas e respostas a várias questões.
O projecto parte de uma situação-problema, um desafio para o encontro da solução.
Através do projecto, a criança é incentivada a:

  1. desenvolver actividades com objectivos concretos;
  2. realizar tarefas produtivas;
  3. desenvolver a compreensão por meio da experiência;
  4. desenvolver a iniciativa e a responsabilidade;
  5. estimular a perseverança na realização de tarefas;
  6. valorizar o trabalho cooperativo;
  7. desenvolver o pensamento reflexivo;
  8. ampliar campos de interesses.

Fases de um projecto

  1. Intenção e Incentivo: Inicia-se um projecto quando se percebe um grande interesse por parte das crianças por um determinado assunto ou situação concreta. O educador/professor deve aproveitar esse interesse para desenvolver o assunto e propor questões (desafios) para a resolução do problema ou situação.
  2. Preparação do plano de trabalho: Realizam-se pesquisas, procurando os instrumentos necessários, planeando as actividades para a solução dos problemas. Esse roteiro funcionará como referência para a realização do trabalho.
  3. Execução: É a fase da acção e a mais estimulante para as crianças. Nesta fase podem surgir dificuldades, erros e imprevistos e as crianças serão orientadas a resolvê-los e a continuar o trabalho. O educador/professor deve estar atento e estimular as crianças, valorizando o seu desenvolvimento e acompanhando as suas dificuldades. O trabalho deve ser sempre feito pelas crianças.
  4. Avaliação: Serão avaliados, pelas crianças, o objectivo, o planeamento, as actividades e o resultado final. Com a ajuda e orientação do educador/professor, as crianças farão uma análise do seu trabalho, apresentando críticas e comentários apropriados sobre o projecto.
  5. Culminância: É o atingir do objectivo básico do projecto através de uma apresentação, exposição, exibição do resultado obtido.

O educador/professor deve facilitar a integração dos conteúdos dos diversos materiais e oferecer oportunidades para o exercício da liberdade e uso de direitos. A criança aprende fazendo e a aprendizagem é mais consistente e duradoura.
A função do educador/professor é a de orientador, sensibilizador, conselheiro, desafiador, em que exerce e controla as actividades, avaliando as crianças e o seu próprio desempenho.
Uma discussão na sala pode ser uma forma de avaliar um projecto, dando oportunidades para reflectir sobre a contribuição e a validade do projecto.
A avaliação deve ser constante, através de observações, actividades, participação e colaboração.


In Colecção Dia-a-Dia do Professor Volume 3 1º Período



quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A História da Carochinha de Luísa Ducla Soares

Colegas

Sei já que deixei uma história da Carochinha no meu blog.
Mas hoje deixo um link que encontrei com a história na versão de Luísa Ducla Soares e que contém imagens a acompanhar. É espectacular.
Deliciem-se!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Produzidos para o baile - Creche

Hoje vou deixar uma ideia para actividade em Creche, para crianças a partir dos 2 anos.

PRODUZIDOS PARA O BAILE


IDADE: A partir de 2 anos.

TEMPO: 40 minutos.

ESPAÇO: Sala ampla.

MATERIAL: Espelho de corpo inteiro, aparelho de som, tecidos, fantasias e maquilhagem (testada dermatologicamente, antialérgica e sem álcool).


OBJECTIVO: Favorecer a construção da identidade com o uso do espelho.


Leve as crianças para uma sala que tenha um ou vários espelhos grandes para que todas consigam ver-se ao mesmo tempo.
Coloque as fantasias e os tecidos à disposição delas.
Comece a actividade dizendo que vai haver um grande baile e, por isso, elas precisam de vestir uma roupa especial e de se maquilhar.
Faça a pintura no rosto das crianças ou peça ajuda a outro educador/auxiliar. Quando o grupo estiver pronto, coloque músicas animadas e comece o baile. Depois de as crianças dançarem livremente, conduza a actividade sugerindo que façam caretas em frente do espelho, dobrem os joelhos, levantem os braços, expressem tristeza, balancem a cabeça e movimentem os tecidos que seguram.

Sugestão: maquilhe-se e fantasie-se também para se divertir juntamente com as crianças.


sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Biscoitos para fazer, decorar e devorar


Uma óptima opção para passar bons momentos com as crianças e trabalhar as noções de quantidade, ordenação, etc.


Biscoitos:

Ingredientes:


  • 100 g de manteiga sem sal

  • 3/4 de xicara (chá) de açúcar

  • 1 ovo

  • 1/2 colher de essência de baunilha

  • 2 xics. (chá) de farinha de trigo peneirada

  • 1 colher (chá) de fermento em pó

  • 1/2 colher (café) de sal


Preparação:


Coloque todos os ingredientes numa tigela e misture com as mãos até obter uma massa homogénea. Caso queira fazer biscoitos de duas cores, divida a massa ao meio e acrescente uma colher de sopa de chocolate em pó a uma das metades.

Embrulhe em filme plástico e leve a descansar no frigorífico por 40 minutos.

Polvilhe com farinha de trigo uma superfície de trabalho lisa e abra a massa com um rolo.

Corte os biscoitos com moldes, coloque na forma ou assadeira untadas e enfarinhadas e leve ao forno pré-aquecido, médio, por cerca de 20 minutos ou até que fiquem corados.

Rende 18 biscoitos médios.


Glacé real


Ingredientes


  • 1 clara de ovo
  • 300 g de açúcar impalpável (um tipo mais fino do que o açúcar de confeitaria)
  • 1 colher (café) de sumo de limão

Preparação:

Coloque a clara e uma colher de sopa de açúcar na batedeira em velocidade baixa e acrescente o restante do açúcar aos poucos. Adicione o sumo de limão e aumente a velocidade por 10 minutos. Para tingir, utilize corante em gel.


Decoração:

Faça o contorno do biscoito com o glacé real com o saco de pasteleiro, com um bico fininho. Se aparecerem bolhas, fure com um palito. Deixe secar. Pode decorar com outros produtos.


Em alternativa ao glacé, existem no mercado uns tubinhos de vários sabores que servem para fazer os contornos, escrever e decorar.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Expressão Plástica - Trabalhos com os dedos e as mãos

O que conseguimos imaginar, os dedos ajudam a fazê-lo.
Este post é dedicado à expressão plástica, nomeadamente ao que podemos fazer utilizando os dedos e as mãos desenvolvendo a imaginação e a criatividade nas crianças. Através destas ideias, podem-se fazer imensas coisas. É só escolher um projecto ou um tema com os meninos e deixá-los utilizar as mãozinhas livremente, de forma a criar desenhos como estes.
Deliciem-se e divirtam-se com os vossos trabalhos!




Correcção feita pela colega Tânia do PescarIdeias:

"Este livro faz parte de uma colecção: Dedinhos de coisas - A arte na ponta de seus dedos - editora Catapulta".

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Meninos de Todas as Cores

Vivemos num mundo onde a diferença é uma constante. Mas a diferença não é um problema. Estamos rodeados de pessoas chinesas, espanholas, inglesas, alemãs, francesas, angolanas.... e apesar das diferenças, somos todos humanos.Desta forma, é essencial sensibilizarmos as crianças desde pequeninas de que devem respeitar quem é diferente.Apresento uma história de Luísa Ducla Soares que poderá ser utilizada como suporte de uma série de actividades relacionadas com a multiculturalidade.

MENINOS DE TODAS AS CORES

Era uma vez um menino branco, chamado Miguel, que vivia numa terra de meninos brancos e dizia:

É bom ser branco
porque é branco o açúcar, tão doce
porque é branco o leite, tão saboroso
porque é branca a neve, tão linda.

Mas certo dia o menino partiu numa grande viagem e chegou a uma terra onde todos os meninos são amarelos.
Arranjou uma amiga, chamada Flor de Lótus que, como todos os meninos amarelos, dizia:


É bom ser amarelo
porque é amarelo o sol
e amarelo o girassol
mais a areia amarela da praia.

O menino branco meteu-se num barco para continuar a sua viagem e parou numa terra onde todos os meninos são pretos.
Fez-se amigo de um pequeno caçador, chamado Lumumba que, com os outros meninos pretos, dizia:

É bom ser preto
como a noite
preto como as azeitonas
preto como as estradas que nos levam a toda a parte.

O menino branco entrou depois num avião, que só parou numa terra onde todos os meninos são vermelhos. Escolheu, para brincar aos índios, um menino chamado Pena de Águia. E o menino vermelho dizia:

É bom ser vermelho
da cor das fogueiras
da cor das cerejas
e da cor do sangue bem encarnado.

O menino branco foi correndo mundo até uma terra onde todos os meninos são castanhos. Aí fazia corridas de camelo com um menino chamado Ali-Bábá, que dizia:

É bom ser castanho
como a terra do chão
os troncos das árvores
é tão bom ser castanho como o chocolate.

Quando o menino voltou à sua terra de meninos brancos, dizia:

É bom ser branco como o açúcar
amarelo como o sol
preto como as estradas
vermelho como as fogueiras
castanho da cor do chocolate.


Enquanto, na escola, os meninos brancos pintavam em folhas brancas desenhos de meninos brancos, ele fazia grandes rodas com meninos sorridentes de todas as cores.

Luísa Ducla Soares, Meninos de Todas as cores

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Jogos tradicionais

Seguem-se alguns jogos que se podem realizar com as crianças tanto no exterior como no interior. Este último caso deverá ser um espaço amplo onde as crianças se possam movimentar à vontade.


URSO DORMINHOCO

Desenha-se um quadrado no chão e marcam-se os cantos. Em cada canto coloca-se um grupo de crianças, com pelo menos quatro elementos. Cada canto constitui-se como o refúgio desse grupo. Cada grupo tem um nome (coelhos, gatos, patos, etc.). No centro do terreno está deitado o urso dorminhoco.A um sinal do professor, o jogo começa com as crianças dos diferentes grupos a saírem dos seus refúgios e a correrem livremente no espaço. A um segundo sinal, o urso dorminhoco levanta-se e persegue as outras crianças, tentando tocar-lhes fora dos seus refúgios. As crianças vão entrando e saindo dos seus refúgios. Ganha o grupo que, ao fim de certo tempo, tenha menos elementos caçados.


SETE VIDAS

Jogam entre seis a doze crianças, num espaço amplo e plano. É necessária uma bola pequena, que seja facilmente agarrada.Cada criança tem um número. Se jogarem dez, por exemplo, as crianças são numeradas de um a dez. Todas as crianças estão juntas no centro do terreno e uma delas começa o jogo atirando a bola ao ar, ao mesmo tempo que chama um número, por exemplo, o número seis. Todas fogem excepto a criança cujo número é o seis, que se aproxima do local de queda da bola e tenta apanhá-la o mais rapidamente possível.Ao apanhar a bola, no ar ou depois desta bater no solo, grita “Stop” ou “Nem mais um passo”. Todas as outras crianças têm que parar imediatamente de correr. Então, a criança que apanhou a bola olha à sua volta, escolhe a que esteja mais próxima e aproxima-se dela, dando até um máximo de três passos.Tenta então acertar na criança de quem mais se aproximou, atirando-lhe a bola. Se acertar, esta “perde uma vida”, das sete que todas as crianças têm. A que apanhou com a bola e perdeu uma vida aproxima-se então do centro do terreno, tal como as outras, e atira a bola ao ar, chamando um número e recomeçando o jogo. Se a bola não lhe acertar, não perde vida nenhuma mas recomeça igualmente com o jogo, atirando a bola ao ar. Cada vez que uma criança perde as sete vidas, é eliminada, vencendo aquela que for a última a perdê-las.Noutra variante, a criança só pode tentar acertar na outra se apanhar a bola no ar, ao ser chamada. Se a deixar cair, perde o direito a tentar acertar em alguém e tem de atirar a bola ao ar, recomeçando o jogo.


O REI MANDA

Jogam seis ou mais crianças, num espaço que tenha parede ou muro, embora estes possam ser substituídos por um risco desenhado no chão. O rei coloca-se de costas para a parede ou risco e as outras crianças colocam-se, lado a lado, à sua frente, a uma distância superior a dez metros. A função do rei é dar ordens que podem variar bastante. As outras crianças cumprem essas ordens, tentando aproximar-se o mais possível da parede ou risco onde está o rei. Quem conseguir chegar à parede ou ao risco em primeiro lugar, será o novo rei. Ao dar as suas ordens, o Rei deve começar por dizer, “O rei manda...:”. A título de exemplo pode dizer: “O rei manda...dar dois saltos a pés juntos para a frente, um salto de gigante para o lado esquerdo, marchar no sítio, saltitar a pé coxinho para o lado direito, dizer o nome em voz alta, rodopiar duas vezes”, etc. O professor tem de ter o cuidado de verificar se as ordens do rei não se tornam demasiado restritivas à aproximação das crianças ao seu posto.

domingo, 7 de setembro de 2008

Guia de Massagens para bebés


Os bebés gostam que lhes toquem ternamente. Encanta-os que o façam a todo o momento.
Esse contacto da pele com a do bebé, não só contribui para estreitar laços de amor como também estimula o desenvolvimento adequado do cérebro.
A massagem ajudá o bebé a sentir-se mais relaxado, calmo e a dormir com mais prazer.
De seguida apresento uma demonstração de uma massagem para bebés:


Recomendações Gerais:

  • As massagens suaves são geralmente consideradas seguras para bebés de qualquer idade, inclusivé para recém nascidos. No entanto, não dê massagens se o bebé estiver doente, se tiver sido operado recentemente ou se tiver irritações na pele.
  • Dê-lhe massagens quando estiver relaxado. Se estiver a dormir, não o acorde para o massajar. Espere algumas horas desde a sua última refeição.
  • Coloque o bebé numa superfície suave, como uma almofada ou uma cama.
  • Mantenha o bebé agasalhado e cubra as áreas que não massajar.
  • Antes de começar, converse com ele e sorria. Isso ajuda a estimular os seus sentidos e faz com que se sinta mais à vontade.
  • Se o bebé desejar movimentar-se para diferentes posições, deixe que o faça.
  • Aplique uma pequena quantidade de óleo para bebés nas suas mãos. Ajuda a massagem a ser mais suave.

Ombros e braços:

  • Com o dedo indicador e o polegar em forma de anel rodear os braços do bebé.
  • Começar pelas sua axilas e lentamente baixar as mãos. As pressões devem ser mais suaves nas partes mais delicadas.

Costas

  • Coloque o bebé, de maneira que descanse de barriga para baixo.
  • Passe suavemente os dedos pelos ombros e costas do bebé.
  • Não massaje a coluna vertebral. Pode passar a sua mão suavemente sobre a sua coluna.
  • Use os dedos com movimentos circulares nos glúteos do bebé. Massaje um de cada vez, enquanto que suavemente levanta o tornozelo contrário, para manter o bebé firme. Esta massagem pode ajudar os bebés que sofrem de gases.
  • Passe as mãos sobre as costas do bebé numa só direcção até aos pés.

Pernas e Pés:

  • Pressione suavemente os músculos.
  • Com delicadeza, mexer as pernas e pressionar cuidadosamente os músculos contra o seu corpo.
  • Nos pés, comece pelos dedos. Faça pressões muito delicadas em cada dedo.

De seguida apresento algumas imagens acerca da técnica a utilizar na massagem no entanto, esta informação não deve ser substituída pelos conselhos do seu médico, pelo que deve sempre procurá-lo antes de iniciar a massagem.








Boas massagens!

(Fonte desconhecida)

domingo, 18 de maio de 2008

A higiene das mãos



É através do contacto que se transmitem, de forma mais comum, os micróbios através das mãos.
A sua grande maioria é inofensiva para o homem mas alguns deles podem provocar doenças, como por exemplo, constipações, gripes, diarreias. Lavar as mãos correctamente com água e sabão é a forma mais simples e eficaz de ajudar a reduzir a transmissão da infecção e proteger-se a si e aos que o rodeiam. É de grande importância que as crianças saibam quais os benefícios e a importância da correcta lavagem das mãos. Encorajá-las a lavar as mãos na altura certa vai ajudar a garantir que esta prática se vai tornar um hábito ao longo da vida. Deixo um poema acerca da higiene das mãos que se pode utilizar como suporte de actividade.


MÃOZINHAS BEM LAVADAS

Antes de te sentares
na mesa onde vais comer
há por certo um cuidado
que não podes esquecer.

É um cuidado normal
de que te hás-de lembrar:
quem se senta para comer
primeiro as mãos deves lavar.

Assim evitas doenças
que te podem contagiar;
a água com o sabão
não se deixa enganar.

Seja qual for o micróbio
que te queira ameaçar,
se cuidares da higiene
bem o podes derrotar.

As mãozinhas bem lavadas
são um modo salutar
de pores a saúde à mesa
em que agora te vais sentar.